A Moça da Cidade

Sala Fernanda Montenegro

Usando a linguagem da radionovela, a peça conta a saga de Ambrosina, uma jovem nordestina que vem tentar a vida no Rio de Janeiro dos anos 1940. Cheia de desejos e angústias, entre amores não correspondidos e a busca pela auto-aceitação, a moça se lança numa aventura de paixões, saudades e descobertas na metrópole.

O texto, do dramaturgo sul mato-grossense Anderson Bosh, foi contemplado pelo Prêmio Funarte de Dramaturgia da região Centro-Oeste 2001. No elenco estão Lu Camy, Vitor Varandas e Gabriel Delfino Marques.

“A MOÇA DA CIDADE” é uma homenagem à era do rádio e ao romantismo das décadas de 1940 e 50. E é tambémuma fábula moderna sobre o homem comum, o brasileiro – seja ele nordestino, mineiro ou de qualquer outra região do pais – que deixa sua terra natal em busca de um futuro melhor na cidade grande.

Através de uma radionovela que conta a história de uma jovem nordestina recém-chegada ao Rio de Janeiro, a peça narra a trajetória do anti-herói, às vezes fraco e desengonçado no jogo da vida, mas cheio de esperanças e de uma doce ingenuidade.

SINOPSE

Uma típica radionovela de meados do século passado conta a saga de Ambrosina, uma jovem nordestina quem vem tentar a vida no Rio de Janeiro dos anos 1940. Ao chegar à Cidade Maravilhosa, ela conhece Dona Rosa (Vitor Varandas), proprietária da pensão onde se hospeda, e Leitinho (Gabriel Delfino Marques), o hóspede do quarto ao lado que irá nutrir uma paixão avassaladora por Ambrosina.

Entre amores não correspondidos e a busca pela auto-aceitação, cheia de desejos e angústias, a moça se lança numa aventura de paixões, saudades e descobertas na metrópole.

A MONTAGEM

A encenação de Rodrigo Pandolfo traz “uma peça dentro da peça”. Apresentada por atores-locutores, uma radionovela narra a trajetória de Ambrosina, moça vinda do interior para morar na “cidade grande”. Os atores-locutores travestem-se em cena, ora narrando, ora vivendo os personagens que cruzam a história da protagonista. Recriando o universo de uma novela radiofônica típica das décadas de 1940 e 50, os efeitos de sonoplastia são executados ao vivo, convidando o espectador a acompanhar os bastidores de toda a engrenagem utilizada para contar a história de Ambrosina.

O diretor investe na pesquisa de uma cena que mistura as linguagens do teatro, rádio e cinema, utilizando desde recursos tecnológicos – como dois grandes telões móveis que compõem o cenário para a projeção de imagens – até inserções de antigos jingles publicitários e noticiários que marcaram a época.

A trilha sonora, selecionada por Pandolfo, é composta por músicas das décadas de 40, 50 e 60. A direção musical é deMarcelo Alonso Neves. O cenário é do arquiteto e cenógrafo Miguel Pinto Guimarães, o figurino de Bruno Perlatto, a luz de Tomas Ribas e a preparação corporal de Ana Achcar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Texto: Anderson Bosh

Direção: Rodrigo Pandolfo

Elenco: Lu Camy, Vitor Varandas e Gabriel Delfino Marques

Cenário: Miguel Pinto Guimarães

Figurino: Bruno Perlatto

Iluminação: Tomá́s Ribas

Trilha Sonora: Rodrigo Pandolfo

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Preparação Corporal: Ana Achcar

Direção de Movimento e Coreografias: Victor Maia

Direção de Vídeos: Felipe Bond

Assistência de Direção: Vitor Varandas

Visagismo: Sid Andrade

Fotos: Gui Maia

Programação Visual: Andrea Batitucci

Direção de Produção: Denise Escudero

Produção Executiva: Rodrigo Turazzi

Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

 



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