Deus da Carnificina, uma comédia sem juízo

Sala Marília Pêra

“Deus da Carnificina, uma comédia sem juízo”, da premiada autora Yasmina Reza, depois do estrondoso sucesso em São Paulo, está de volta ao Rio de Janeiro, agora na Zona Sul, no Teatro Leblon – Sala Marília Pêra.   Depois de percorrer algumas cidades brasileiras e de uma temporada bem-sucedida em São Paulo (de abril a agosto de 2011 com 100% da taxa de ocupação do teatro) estreia dia 5 de janeiro, no Teatro Leblon – Sala Marília Pêra, o espetáculo ‘Deus da  Carnificina, uma comédia sem juízo’. Dirigida por Emilio de Mello, a comédia tem no elenco Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti.   Aclamada pelo público e aplaudida pela crítica, a encenação tem colhido bons frutos: Julia Lemmertz ganhou o Prêmio APTR de Teatro na categoria de Melhor Atriz Protagonista e o Prêmio Quem na categoria Melhor Atriz de Teatro. O espetáculo também foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro – Melhor Direção e Melhor Ator (Paulo Betti) ao Prêmio Contigo! de Teatro na categoria Melhor Espetáculo Comédia e ao Prêmio APTR de Teatro nas categorias de Melhor Espetáculo e Melhor Iluminação  (Renato Machado).   Desde que foi encenada pela primeira vez em 2006, em Zurique, a peça “Deus da Carnificina, uma comédia sem juízo”, coleciona elogios da crítica internacional e prêmios pelo mundo.   Na Broadway, a montagem, que teve no elenco Jeff Daniels, James Gandolfini, Hope Davis e Marcia Gay Harden, ganhou em 2009 três prêmios Tony, considerado o Oscar do teatro: o de melhor espetáculo, melhor direção e melhor atriz.   A montagem em Londres, em 2008, no Teatro Gieguld, contou com Ralph Fiennes no elenco e levou o prêmio Laurence Olivier Award de melhor comédia. No mesmo ano, a encenação parisiense, no Teatro Antoine, foi estrelada por Isabelle Huppert e dirigida pela própria Yasmina Reza.   Yasmina Reza é considerada pela crítica especializada a maior autora teatral da atualidade. Argelina radicada na França, ela explodiu nos anos 90 com a peça “Arte”, sucesso em diversos países, inclusive no Brasil.   Desde então, Yasmina não parou mais. Um dos últimos textos apresentados no Brasil, “O Homem Inesperado”, dirigido por Emílio de Mello, com Paulo Goulart e Nicette Bruno, estreou em 2006 e foi indicado ao Prêmio Eletrobrás de Teatro nas categorias de melhor atriz e melhor direção.   Numa época em que o mundo busca novas linguagens teatrais, “Deus da Carnificina, uma comédia sem juízo” mantém o sopro de renovação que a autora Yasmina Reza imprimiu à dramaturgia européia. O texto, como outros da autora, trata de desnudar o comportamento da classe média.   “Eu escrevo um teatro de tensão, porque as tensões nos governam. Meus personagens são pessoas educadas que pretendem manter a compostura. Mas também são impulsivos, não conseguem manter as regras que impuseram a si mesmos. E é precisamente essa luta contra si mesmo que me interessa”, diz Yasmina Reza.   SINOPSE   Dois casais adultos e civilizados se encontram para resolver um incidente envolvendo seus filhos pequenos: um deles quebrou dois dentes do outro numa briga na praça. Nada que os pais não possam resolver. Mas às vezes… Quando o verniz social que  protege os adultos da selvageria se quebra, a polidez civilizada dá lugar a um campo de batalha, onde tudo pode acontecer.


Texto: Yasmina Reza Tradução: Eloisa Ribeiro Direção: Emílio de Mello Elenco: Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti. Direção de Produção: Cinthya Graber e José Carlos Furtado Cenário: Flávio Graff Figurino: Marília Carneiro Iluminação: Renato Machado Música original e projeto de som: Marcelo Alonso Neves Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho Uma produção: Cinthya Graber e Nacho Laviaguerre



13 comentários
  • Claudia Ribeiro disse 4 de janeiro de 2012 às 17:27

    Sei que provavelmente vcs não vão postar o meu comentário mas vai assim mesmo.
    Eu sou teatrófila, vou ao teatro pelo menos 2 vezes por mes, e olha que tenho bagagem morei 10 anos nos EUA e vi de tudo, agora nunca vi uma peça tão sem pé nem cabeça como essa!
    Gente, mesmo com bons atores como Deborah Evelyn qdo vi no Maison de France fiquei sem entender o enrredo até o final! Poderia ter entrado num assunt osobre bullying, ou outras temas atuais, mais o negócio envereda por uma assunto sem sentido algum. Realmente eu não sei aonde estava os críticos quando caíram de amores por essa autora! Pura perda de tempo!! :(

  • Assisti à peça duas vezes no teatro Vivo em São Paulo. A temática é bem atual e ¨mexe¨com o verniz social de uma forma inusitada ( trágica-cômica ). Vale a pena assistir! Os atores estão ótimos! Teatro lotado !!! Não percam!

  • Marcelo Lisboa Ferilles disse 7 de janeiro de 2012 às 9:49

    Amei a peça, fui com a minha mae. minha esposa ( que não gosta de teatro), minhas duas filhas, adorei a peça, sai de são pedro da aldeia, 02 horas e meia de viajem, depois ir para o leblon, amei, ri pra caramba, os atores são otimos, a Debora e Julia, são atrizes e tanto, ainda mais depois que acabou a peça fomos falar com elas, que prontamente tiraram fotos conosco, minha filha adorou, a Julia, até brincou com a maquina fotografica da minha filha, pois era maquina profisisonal, ela pensou que fosse paparazzi, enfim, ri para caramba, me diverti paca, a Deboa super talentosa, senti falta do Alexandre Borges, o Denis carvalho tava lá, ainda tive o privilegio de ver a linda Juliana paes, Carolina Dickman, Claudia Rodrigues, Paula Bulamarqui, Adriana Biroli e tantos outros atores formidáveis, paguei caro, mas gostei, valeu a pena, eu adoro rir e fazer as pessoas rirem, recomendo.

  • Tive a oportunidade de assistir o espetáculo no Teatro Municipal de Niterói. Que espetáculo Louco, mas uma loucura maravilhosa de se ver. Destaque para Julia Lemmertz, Orã Figueiredo que estão incríveis em cena. A direção de Emílio de Mello é perfeita e a história envolvente. Bom Programa para quem gosta de teatro de qualidade.

  • Heliana Marques disse 29 de janeiro de 2012 às 21:05

    Gostei! Sair da comodismo familiar, perder o verniz, deixar a verdade de cada um vir a tona … Isso tudo é vida, o mais é uma grande mentira.

  • A peça tem seus encantos bons atore boa direção mas não e grande coisa vi a montagem na Suiça NY e no Brasil os brasileiros se sairam melhor , mas de 1 a 10 dou nota 6

  • Paloma Ferreira de oliveira disse 19 de março de 2012 às 21:17

    Amei amei a peça so muito fã de voces

  • Paloma Ferreira de oliveira disse 19 de março de 2012 às 21:20

    Amei amei a peça so muito fã de voces sou sobrinha do Luiz Alberto que trabalha ai com voces afim gostei muito do Teatro

  • ameii super recomendado comédia total

  • Luís Francisco Wasilewski disse 2 de abril de 2012 às 4:25

    Espetáculo Imperdível!! Um Texto Soberbo, Uma Grande Direção e Quatro Excelentes Atores.

  • VANIA MARIA DOS REIS FELIPE disse 17 de abril de 2012 às 16:35

    Oooooootima peça. Grande elenco, teatro de verdade, arte na veia. Os quatro elencos, a direção, tudo de primeira qualidade em arte. Amei recomendadissiomo. Parabéns.
    Vania

  • Esta peça tem um Elenco maravilhoso, destaco Julia, porém todos estão no mínimo brilhantes, que junto a Direção, cenário, figurino e luz, fazem ser um grande espetáculo!

  • Nada mais que um triste delírio racionalista, bem do tipo: oh, Deus não existe ou nos esqueceu … então vamos todos enjoar e sentir náuseas eternas… etc, etc, etc !? … ah, me poupe. Ter um mínimo de imaginação para o bem e para enxergar o que de bom existe é o mínimo de inteligência que se espera de um ser humano.

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