Os Três Porquinhos

Teatro Fashion Mall - Sala I

O LOBO MAU, não é mais mau. Ficou muito legal, muito bacana, passou a ser nosso amigo pra valer.

Como o LOBO MAU, ficou amigo? Nesta versão o LOBO fica bom, mas até lá, tudo se passa como o tradicional, os TRÊS PORQUINHOS chegam à floresta, e após examinar a área, resolvem montar ali mesmo as suas casas, denominada “a vila da porcaria”. Alegres e animados a construção acontece no meio da cena aos olhos da platéia.

PRÁTICO (inteligente), HEITOR (playboy) e CÍCERO (preguiçoso), começam a ter problemas na construção, pois PRÁTICO, calcula que sendo uma floresta perigosa as casas terão que ser construídas de cimento, mostrando que são resistentes, só que HEITOR e CÍCERO são preguiçosos e só pensam em brincar. Dentro da mata aparece o perigoso e malvado LOBO MAU, que tenta de todas as formas pegar os porquinhos.

Os porquinhos se escondem em suas casas, tendo o lobo o trabalho de ir a cada casa: primeiro na de palha, segundo de madeira e por fim a de cimento, que o LOBO não consegue derrubar com seu potente sopro. Com isso, o lobo começa a inventar disfarces para ludibriá-los, não conseguindo ter sucesso, ele apela para o DEUS LOBÃO, e surge uma idéia inusitada, onde o LOBO se passa por um primo do interior, tendo enganado os porquinhos HEITOR e CÍCERO, consegue ele entrar na casa do PRÁTICO. E agora? Começa uma animada confusão!


Elenco:
Lobo: Guga Gallo
Heitor: Victor Vieira
Cícero: Anderson Caldeiras
Prático: André Salgueiro.

Direção: Guga Gallo

Criação: Cia Arte de Interpretar

Figurinos e cenário: Fátima Vieira

Produção: Marx Comunicação!



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