QUINTAS MUSICAIS – 11ª EDIÇÃO: Amar e Mudar as Coisas – Daíra canta Belchior

Sala I

Conheça Daíra, promessa da MPB que mergulhou na obra de Belchior em novo álbum “Amar e Mudar as Coisas” já está disponível nas plataformas de música digital. “Daíra canta Belchior muitíssimo bem. Gosto muito de ouvir as interpretações de Daíra, canta a obra toda de Belchior” – ELBA RAMALHO Daíra não está interessada em nenhuma teoria, em nenhuma fantasia, nem no algo mais. O que a faz cantar, a inspiração da moça é a verdade escondida, trazer à superfície sentimentos, mudar as coisas a interessa mais. Criada em uma família musical de Niterói (RJ), ela é uma das artistas mais promissoras da sua geração. Em um processo único de maturidade artística, Daíra mergulhou fundo na obra do já saudoso Belchior em busca de novos tons e inspirações para sua carreira de intérprete. O resultado de mais de um ano de turnê e pesquisas está presente no intimista e sensível álbum “Amar e Mudar as Coisas”. Disponível nas plataformas de música digital, o disco foi gravado em julho de 2016 e dá nova roupagem e texturas para as canções do compositor cearense, trazendo as inspirações dele como influência, unindo folk, blues e música caipira brasileira. A produção é de Rodrigo Garcia (Cássia Eller, Cátia de França e Júlia Vargas) e o álbum é um lançamento do selo Porangareté. Em um total de 10 faixas, o repertório passeia por alguns dos principais momentos da discografia de Belchior. “Alucinação” inaugura o álbum, entoando o verso que o batizou. “Coração Selvagem” traz uma declaração de amor rasgada e intensa, enquanto “Como o Diabo Gosta” representa o abandono de padrões e a escolha da liberdade. “Conheço o Meu Lugar” é calcada em raízes e regionalismo, noções também presentes em “Princesa do Meu Lugar. Em “Comentários a Respeito de John”, surge o lado Beatles de Belchior. Já “Divina Comédia Humana” surpreende por seu romantismo, enquanto “Jornal Blues ou Canção Leve de Escárnio e Maldizer” é mesmo literal, com sua letra irônica e inspiração blueseira. Por fim, “Paralelas” e “Apenas um Rapaz Latino-Americano” encerram mesclando a intensidade característica da obra de Belchior com a potência da voz de Daíra.



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